Com o objetivo de levar a prática da astronomia aos iniciantes, curiosos e amadores, foi criado o AstroStallker. Aqui, relato noites de observação, astrofotografias simples e até mesmo dicas. Boa leitura!
quinta-feira, 27 de outubro de 2016
quarta-feira, 26 de outubro de 2016
Michael Bublé - Home [ Violin Cover ]
Michael Bublé - Home - Violin Cover
#MichaelBublé #Home
#Violin #Cover
#ViolinCover
segunda-feira, 24 de outubro de 2016
Eu escolho Deus - Thalles Roberto [ Violino Cover + Letra ]
Booa tarde galera!
Depois de algum tempo sem gravar por problemas pessoais, hoje consegui sair forças pra voltar a gravar.
Aproveitando meu dom para glorificar meu criador.
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Grande beijo e abraços a todos.
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sexta-feira, 11 de abril de 2014
E começa mais um ano...
Olá amigos, andei parado e atrapalhado como sempre, mas quem é vivo sempre aparece!
Neste meio tempo andei resolvendo assuntos pessoais e assuntos relacionados a astrofotografia.
A algumas semanas atrás eu decidi vender minha primeira DSLR que foi modificada muitos meses depois que a adquiri. Tive que conseguir meios de comprar uma nova e mais atual.
Com a EOS XTi aprendi muita coisa até mesmo a fotografar com mais qualidade.
O que eu sei hoje é tudo graças a ela, tenho certeza que quem comprou terá ótimos resultados assim como ela me favoreceu.
Após vendê-la fiquei um tempo sem fotografar até consegui dinheiro e comprar outra nova.
Enfim esse dia chegou, meu plano era comprar a Canon EOS 1100D ou simplesmente T3, e assim eu consegui...
A T3 tem recursos que irão me ajudar bastante, como o Line View, agora posso ver o objeto pelo LCD da câmera, e assim conseguir um foco mais preciso.
Além disso poderei controlar os disparos através do notebook, vendo toda a imagem transmitida por cabos de dados até o notebook.
A câmera tem ISO mais elevado que a XTi e apresenta muito menos ruído.
Após comprá-la, fiquei fazendo testes no mesmo dia, logo eu já pensava em modificá-la.
No dia seguinte achei um bom tutorial na internet mostrando justamente como modificar a T3, e ele eu usei.
Passei a tarde inteira estudando um método bom para que a modificação ocorresse bem.
A modificação me custou 2 horas, que me consistiu em abrir a câmera, desmontá-la e retirar o filtro que impede a passagem de uma determinada luz no sensor.
Dias depois essas 2 duas horas me valeram muito a pena, a qualidade era de longe percebida.
Numa noite de sorte e com a Lua crescendo, pude fazer os primeiros testes, muita coisa deu errado mas não na parte fotográfica e sim do guiderscope que havia desregulado, desalinhado, mas nada que pudesse me fazer desistir e perder aquela noite.
Meus alvos foram a Nebulosa de Eta Carinae, mais precisamente a Key Hole na constelação da Carina, depois o aglomerado Kappa Crucis no Cruzeiro do Sul , Nebulosa da Lagoa - M8 e seguido do aglomerado globular M 22, ambos na constelação de Sagitário.
Os resultados vocês poderão visualizar abaixo.
Clique nos nomes e automaticamente irá encaminhar-lhes para o página da fotografia.
Nebulosa Keyhole
Aglomerado Kappa Crucis
Nebulosa da Lagoa - M8
Aglomerado Globular - M22
Em breve mais resultados.
Grande abraço. o/
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Primeiros resultados de 2014
Após fazer os frames do aglomerado de Omega Centauri, parti para um lindo grupo de estrelas, na constelação do Cruzeiro do Sul.
Novamente fiz pequenos frames pois a Lua deixava muito a desejar, ofuscava bastante os alvos daquela região.
Informações da astrofotografia:
Caixinha de Joias
Magnitude: 4.2
Constelação: Cruzeiro do Sul
Melhor resolução: http://www.astrobin.com/73873/
Telescópio: Newtoniano 203mm
Montagem : HEQ5
Guigem: SSAG Orion
Filtro: SkyGlow Orion
Câmera: Canon EOS XTi Modificada
Frames: 12x60"
Nebulosa Cabeça de Cavalo - IC 434
Outro objeto que me fez gostar do resultado, foi a nebulosa Cabeça do Cavalo.
Depois de várias tentativas de fotografar este algo e deixar o formato da cabeça do cavalo visível consegui ter um aproveitamento nela.
Tive que fazer fotografias e grandes pausas para não superaquecer o sensor da câmera, assim consegui um bom resultado e sem muito ruído do resultado final.
Informações da astrofotografia:
Nebulosa Cabeça do Cavalo
Magnitude: ...
Constelação: Orion
Melhor resolução: http://www.astrobin.com/67691/
Telescópio: Newtoniano 203mm
Montagem : HEQ5
Guigem: SSAG Orion
Filtro: SkyGlow Orion
Câmera: Canon EOS XTi Modificada
Frames: 37x?
Informações da astrofotografia:
Nebulosa Cabeça do Cavalo
Magnitude: ...
Constelação: Orion
Melhor resolução: http://www.astrobin.com/67691/
Telescópio: Newtoniano 203mm
Montagem : HEQ5
Guigem: SSAG Orion
Filtro: SkyGlow Orion
Câmera: Canon EOS XTi Modificada
Frames: 37x?
Nebulosa de Eta Carinae - NGC 3372
Uma das últimas fotografias que fiz antes de acabar o ano, foi a nebulosa de Eta Carinae.
Gostei bastante do resultado, mesmo com aquele defeito do " Coma " no canto inferior direito.
Informações da astrofotografia:
Nebulosa de Eta Carinae
Magnitude: ...
Constelação: Quilha
Melhor resolução: http://www.astrobin.com/67695/
Telescópio: Newtoniano 203mm
Montagem : HEQ5
Guigem: SSAG Orion
Filtro: SkyGlow Orion
Câmera: Canon EOS XTi Modificada
Frames: 55x60"
Constelação: Quilha
Melhor resolução: http://www.astrobin.com/67695/
Telescópio: Newtoniano 203mm
Montagem : HEQ5
Guigem: SSAG Orion
Filtro: SkyGlow Orion
Câmera: Canon EOS XTi Modificada
Frames: 55x60"
Astrofotografia diretamente de Alagoas, Brasil
Em minha viagem a minha terra natal, levei parte de meu setup pois como onde ficaria seria no interior, eu saberia que a PL é baixíssima, então aproveitei.
De lá fiz um único registro, as nebulosas M42 e M43 em Orion.
Dados da astrofotografia:
Nebulosas M42 e M43
Magnitude: 4.0
Constelação: Orion
Melhor resolução: http://www.astrobin.com/72074/
Telescópio: Refrator TravelScope 70mm
Montagem : HEQ5
Guigem: Não
Filtro: SkyGlow Orion
Câmera: Canon EOS XTi Modificada
Frames: 129x20"
Magnitude: 4.0
Constelação: Orion
Melhor resolução: http://www.astrobin.com/72074/
Telescópio: Refrator TravelScope 70mm
Montagem : HEQ5
Guigem: Não
Filtro: SkyGlow Orion
Câmera: Canon EOS XTi Modificada
Frames: 129x20"
Primeiro resultado astrofotográfico de 2014
O clima aqui no Rio de Janeiro a um tempo está aberto, belas noites estreladas e com condições boas, mas não excelentes para a astrofotografia, a gente sempre consegue arrumar um jeito...
Montei meu setup que a um tempo estava parado por causa do mal tempo.
E pra começar o ano, desejei capturar alvos grandes...
Pra começar o ano, coloquei o grande aglomerado de Omega Centauri na lista dos primeiros do ano...
E aqui posto o resultado.
Informações da astrofotografia:
Omega Centauri - NGC 5139
Magnitude: 3.7
Constelação: Centauro
Melhor resolução: http://www.astrobin.com/73914/
Telescópio: Newtoniano 203mm
Montagem : HEQ5
Guigem: SSAG Orion
Filtro: SkyGlow Orion
Câmera: Canon EOS XTi Modificada
Frames: 11x60"
Magnitude: 3.7
Constelação: Centauro
Melhor resolução: http://www.astrobin.com/73914/
Telescópio: Newtoniano 203mm
Montagem : HEQ5
Guigem: SSAG Orion
Filtro: SkyGlow Orion
Câmera: Canon EOS XTi Modificada
Frames: 11x60"
domingo, 1 de dezembro de 2013
Concurso Nacional de Astrofotografias
Olá pessoal.
Estou participando de um concurso de astrofotografias pertencente ao nosso País e estou precisando de votos.
Peço a ajuda de vocês para que eu possa e consiga estar entre os melhores.
Para aos que tiverem interesse, vou deixar o link da página e meus dados para a votação de vocês na minha imagem.
Vocês poderão votar clicando Aqui .
Lá estarão os nomes dos participantes...
Em questão numérica da ordem, eu sou o 5°.
O título de minha imagem é : Aglomerado NGC 5139
E meu nome é : Diego Ferreira Cardoso
Desde já agradeço a todos pelo favor e deixo aqui para vocês a imagem que escolhi para participar deste concurso.
Obrigado a todos.
sábado, 16 de novembro de 2013
Registro do cometa C/2012 S1 ( ISON )
Na madrugada de hoje, 16, consegui um novo registro de um novo cometa, o tão comentado ISON.
Pra conseguir uma captura deste corpo celeste não foi tarefa fácil, até porque, quanto mais próximo o objeto estiver da linha do horizonte, mais difícil será. Como se esse não fosse só o problema, o Sol está perto de nascer...
Nesta noite tive problemas e atrasos.
Após estar fazendo frames do cometa Lovejoy, mudei de alvo, justamente porque o dia já estava amanhecendo e eu queria pegar algum registro do ISON.
Meu problema foi exceder o tempo limite com o Lovejoy. Eu demorei bastante para apontar para o ISON.
Após mudar, tive que reajustar o telescópio para uma melhor posição para o cometa, pois o alinhamento com o uso do Stellarium não é 100% preciso.
Após achar o cometa, tive que calibrar o AutoGuidr, essa etapa me fez perder muito tempo, e o dia já estava amanhecendo.
Após uma demora absurda ( o AutoGuider demora cerca de 2 minutos para calibrar ) que levou uns 7 minutos, consegui fazer o primeiro frame do cometa. O frame saiu ótimo, mas o próximo apresentaria problemas, o fundo claro no frame.
Como se já não bastasse os problemas, nuvens entraram na frente do ISON fazendo o AutoGuider ter problema na guiagem e o frame sair em péssimo estado.
Infelizmente, de alguns frames, só um ficou bom, tive que fazer de tudo para fazer com que esse frame salvasse minha noite.
Fui um grande processamento para tirar o ruído da imagem, deixar o fundo mais escuro, realçar as estrelas e fazer com que a calda do cometa fosse mais visível...
Por fim, consegui um bom resultado, elogiado por muitos.
Registro do cometa Comet C/2013 R1 ( Lovejoy ) e uma breve história
Desde criança, me despertei pela astronomia. Ficava fascinado com as fotografias que via em livros e mais tardar, pela internet.
A paixão veio crescendo a cada dia, mês e ano.
E com essa paixão, um desejo ou sonho: Observar um cometa.
Meu desespero começou em 2007, quando o cometa McNaught (C/2006 P1) deu um show nos céus.
Esse belo cometa eu não pude ver por causa das péssimas condições climáticas.
Tempo nublado, chuvoso sempre me revoltava, justamente porque esses astros quando ficavam visíveis, o tempo não colaborava comigo.
O tempo passou, e foi a partir deste ano que pude pela primeira vez em um fato histórico pra mim, observar, ou melhor, fotografar um cometa.
Muita gente costuma ver primeiro para depois fotografar, comigo foi bem diferente...
Localizei o cometa C/2013 R1 ( Lovejoy ) usando um software planetário, o Stellarium.
Estava decidido a encontrar esse cometa e fazer uns frames, depositei minha confiança nos meus acessórios e setup e fui em frente.
Na noite de segunda-feira, 11, com a utilização do Stellarium, fiz a conexão da montagem do telescópio para ser usada com o programa. Depois de configurado, selecionei o objeto e fiz o comando para apontar ao objeto.
Como eu já saberia que o apontamento não seria 100% preciso, após apontado fiz a correção e fiquei procurando pelo cometa usando o controle GoTo da montagem. A diferença da posição do cometa para onde o telescópio apontou era pequena, então procurei manualmente.
Utilizando um AutoGuider na buscadora, encontrei o cometa próximo a umas estrelas. Ele aparentava ter um formato nebuloso, logo pensei que seria um aglomerado globular, decidi fazer uma fotografia.
E para minha surpresa, meu frame saiu um ponto difuso, nebuloso com um tom esverdeado.
É o Lovejoy, eu disse.
Me apressei, fiz a calibração do AutoGuider e esperei terminar, e ao terminar fiz os frames...
O resultado do processamento, está abaixo.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Constelações famosas
Acho que todo mundo já tentou achar as Três Marias ou o Cruzeiro do Sul em uma noite estrelada e limpa. Bem, no mundo da astronomia, elas possuem outros nomes: Cinturão de Orion. Isso porque, elas estão justamente, em cima do cinturão da figura de Orion ( caçador ). Elas são Mintaka, Alnilam e Alnitak ( da direita para a esqurda ) já foram citadas ate na Bíblia. Além de super populares, ajudam os astronomos a encontrarem a Nebulosa Cabeça de Cavalo e a Nebulosa de Orion, que possuem uma beleza inigualável. Orion também é conhecido pelas estrelas brilhantes e quentes, inclusive as três marias que possuem magnitude entre 2,40 e 1,85... Mintaka está a 916,17 anos-luz e seu espectro é o O9,5II. Alnilam a do meio, está a 1.342,21 anos luz daqui e seu espectro é B0Ia. E a Alnitak estrela de espectro O9,5Ib_SB estando a cerca de 817,43 anos luz de nós.
Já o Cruzeiro do Sul, grande aliado desde os tempos da navegação, é a constelação mais reconhecida pela civilização. Suas quatro estrelas: Mimosa, Acrux, Gacrux e δ Crux (δ Delta minúsculo) tem magnitude entre 2,75 e 1,25 com uma distância de 352,60 e 87,94 anos luz.
Estrela vermelha em fotos, na verdade é azul
Zeta Ophiucus ( ζ Oph ) nas fotos do Hubble e em todas as outras fotos de Telescópios profissionais e amadores ela aparecia de espectro vermelho, mas, na verdade ela é pálida e azul. Com a ajuda da sonda de visão infravermelha o Wide-field Infrared Survey Explorer ( WISE ) que identificou que a estrela é um astro gigante, azul e jovem... o que a deixa vermelha na verdade é a nuvem de gás e poeira que a envolve.
Zeta está a 458 anos-luz daqui e se não fosse a poeira intraestrelar, seria uma das estrelas mais reluzentes e luminosas do céu noturno.
Na imagem abaixo, mostra a Zeta Ophiucus em destaque com a visão infravermelho:
O Final de uma estrela chega
Assim como as estrelas nascem, elas também morrem... Em finais estranhamente lindos e agonizantes.
Bem, o porquê, elas morrem? É mais fácil responder como elas expelem luz, elas, no seu interior, fazem fusão nuclear juntando dois átomos de Hidrogênio e criando um de Hélio... Com isso elas criam, energia, calor e campos gravitacionais. Isso é o suficiente para impedir que a gravidade a comprima mais ainda. Então o Hidrogênio é o combustível da estrela, e todo o combustível, acaba. Mas a gravidade não... Então o Hidrogênio acabou, e a gravidade começa a comprimi-la, e então a estrela tenta fazer uma fusão diferente, juntar dois átomos de Hélio. Mas para fundir o Hélio, o núcleo deve estar 10 vezes mais quente, mas quanto à gravidade, está a comprime, e ela acaba aquecendo o centro dando essa chance a estrela... E então ela começa, fundindo dois átomos de Hélio em um de Carbono ou Oxigênio, mas isso é só provisório, sua morte já é evidente.Para se ter uma idéia o que ela queimava do seu Hidrogênio em quatro bilhões de anos, ela queima todo o Hélio em apenas um milhão de anos... E então a fusão do Hélio acaba queimando muita massa estrelar, e a gravidade dela fica bem mais fraca e as camadas exteriores como a Fotosfera e a Coroa começam a evaporar dando uma leve impressão de inchamento... Logo após o Hélio acaba também, e ele continua fazendo a fusão com os elementos que ela tem disponível... No final da vida ela parece uma cebola, pois existem varias camadas de elementos diferentes (Carbono, Oxigênio, Silício, Nitrogênio, Enxofre, Magnésio...) e quanto mais perto do núcleo mais pesados são os elementos. E depois de criar vários elementos ele chega ao Ferro, e ai ela entra em colapso... Isso porque o Ferro é solido, e mesmo na fusão ele não consegue gerar energia e calor para sustentar a estrela... E quando esse núcleo de Ferro chega a meia massa solar ela se comprime em poucos quilômetros em apenas 1 segundo, e então esse centro se ricocheteia com o resto da estrela explodindo-a em um evento magnífico: Supernova. Mas o centro não morre, e para que a gravidade a comprima mais ainda, ela precisa vencer uma força exercida pelos elétrons: a Pressão Degerenativa dos Elétrons... Seria uma pressão que os elétrons criam para se repelirem, mais a gravidade tanta outra coisa, ele combina dois prótons e criam nêutrons e conseguem expelirem os elétrons, mais os nêutrons também possuem uma pressão parecida e a gravidade acaba criando um objeto feito praticamente só de nêutrons, uma Estrela de Nêutrons ou um Pulsar. Mas e se a estrela fosse menor. A ponto de não possuir massa o suficiente para criar um pulsar? Bem, ela consegue expelir energia por fusão de elementos porque ela não precisa de muita matéria para se sustentar, e então ela continua a viver por mais centenas de bilhões de anos criando uma energia mínima, o suficiente para não ser comprimida mais... E se ela fosse maior. O núcleo que virou um pulsar antes possui muito mais matéria, e ao se comprimir tanto ele cria uma fenda entre o espaço e o tempo, e acaba por não sofrer mais ação da gravidade e virar a gravidade, virando um Buraco Negro.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Ajuda na compra de acessórios para astrofotografia
Compra de acessórios para astrofotografia: Participe da minha vaquinha!
Olá amigos, diante de problemas e dificuldades decidi fazer esse pedido para que eu consiga comprar dois acessórios que estão me faltando para se obter bons resultados:
Um filtro para redução da PL ( IDAS-V3 ) que será comprado no exterior e um Kit Autoguider para se obter mais tempo de exposição, este será comprado em um site aqui do Brasil.
O valor que espero arrecadar é de cerca de R$ 1.600,00.
Após ter o valor arrecadado, as compras terão as notas fiscais comprovando que o dinheiro arrecadado foi usado para a devida finalidade e compartilhado aqui no blog e no Facebook.
Tudo isso para continuar a fotografar as belezas do sistema solar e do espaço profundo, fazendo assim o conhecimento pela Ciência, Astronomia e Astrofotografia, crescerem dentro das pessoas.
Peço a ajude de vocês e senhores, para que eu consiga realizar este sonho.
Peço a colaboração de todos, com fé e confiança seremos vitoriosos.
Obrigado a todos.
Olá amigos, diante de problemas e dificuldades decidi fazer esse pedido para que eu consiga comprar dois acessórios que estão me faltando para se obter bons resultados:
Um filtro para redução da PL ( IDAS-V3 ) que será comprado no exterior e um Kit Autoguider para se obter mais tempo de exposição, este será comprado em um site aqui do Brasil.
O valor que espero arrecadar é de cerca de R$ 1.600,00.
Após ter o valor arrecadado, as compras terão as notas fiscais comprovando que o dinheiro arrecadado foi usado para a devida finalidade e compartilhado aqui no blog e no Facebook.
Tudo isso para continuar a fotografar as belezas do sistema solar e do espaço profundo, fazendo assim o conhecimento pela Ciência, Astronomia e Astrofotografia, crescerem dentro das pessoas.
Peço a ajude de vocês e senhores, para que eu consiga realizar este sonho.
Peço a colaboração de todos, com fé e confiança seremos vitoriosos.
Obrigado a todos.
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Amostra da sonda Curiosity encontra água e outros componentes em Marte
E não pára por aí. Cerca de 2% do solo marciano é feito de água!
NASA anunciou em artigo na revista Science que a primeira amostra de solo da sonda Curiosity em Marte encontrou quantidade significativa de água.
"Um dos mais emocionantes resultados da primeira amostra obtida pela sonda Curiosity é a alta porcentagem de água no solo", diz Laurie Leshin, do Instituto Rensselaer (EUA) e líder do estudo apresentado hoje. "Cerca de 2% do solo na superfície de Marte é feito de água, o que é um grande recurso, e cientificamente interessante", comenta a cientista. Análises do laboratório da sonda também identificaram dióxido de carbono, oxigênio, compostos sulfúricos, entre outros.
Um dos instrumentos do robô, chamado de SAM (Análise de Amostra de Marte em inglês) possui também um cromatógrafo, um espectrômetro de massa e um espectrômetro a laser, o que permite (ao contrário das sondas anteriores) a identificação de diversos compostos químicos e a determinar a proporção de isótopos de elementos-chave nas amostras coletadas.
"Esta é a primeira amostra que analisamos com os instrumentos da Curiosity. Apesar de ser apenas o início da história, nós aprendemos algo substancial", diz Laurie.
A sonda Curiosity usou sua pequena pá para recolher uma amostra do solo de uma região apelidada de "Rocknest" pelos cientistas. Os pesquisadores inseriram amostras no instrumento SAM, que aqueceu a terra a 835°C. O equipamento identificou a presença de diversos componentes, inclusive compostos contendo oxigênio e cloro, como clorato ou perclorato, que já eram conhecidos em Marte, porém, apenas em regiões mais próximas ao polo, e não na zona equatorial do planeta vermelho, onde está a sonda. A análise indica ainda a presença de carbonatos, que se formam na presença de água.
"Marte tem um tipo de camada global, uma camada de solo da superfície que tem sido misturada e distribuída por frequentes tempestades de areia. Então, uma amostra desse material é basicamente uma coleção microscópica de rochas marcianas", comenta Laurie. "Se misturarmos muitos grãos, provavelmente teremos uma imagem precisa da típica crosta marciana. Ao aprender sobre isso em um lugar, você estará entendendo sobre o planeta inteiro."
Segundo os cientistas, essa recente descoberta implicará em futuras missões ao planeta vermelho, até mesmo tripuladas. "Agora nós sabemos que pode mesmo haver água abundante e de fácil acesso em Marte", diz Laurie. "Com missões tripuladas, poderemos obter um pouco do solo em qualquer lugar da superfície, e aquecê-lo um pouco para obter água".
Fonte: NASA
NASA anunciou em artigo na revista Science que a primeira amostra de solo da sonda Curiosity em Marte encontrou quantidade significativa de água.
"Um dos mais emocionantes resultados da primeira amostra obtida pela sonda Curiosity é a alta porcentagem de água no solo", diz Laurie Leshin, do Instituto Rensselaer (EUA) e líder do estudo apresentado hoje. "Cerca de 2% do solo na superfície de Marte é feito de água, o que é um grande recurso, e cientificamente interessante", comenta a cientista. Análises do laboratório da sonda também identificaram dióxido de carbono, oxigênio, compostos sulfúricos, entre outros.
Um dos instrumentos do robô, chamado de SAM (Análise de Amostra de Marte em inglês) possui também um cromatógrafo, um espectrômetro de massa e um espectrômetro a laser, o que permite (ao contrário das sondas anteriores) a identificação de diversos compostos químicos e a determinar a proporção de isótopos de elementos-chave nas amostras coletadas.
"Esta é a primeira amostra que analisamos com os instrumentos da Curiosity. Apesar de ser apenas o início da história, nós aprendemos algo substancial", diz Laurie.
A sonda Curiosity usou sua pequena pá para recolher uma amostra do solo de uma região apelidada de "Rocknest" pelos cientistas. Os pesquisadores inseriram amostras no instrumento SAM, que aqueceu a terra a 835°C. O equipamento identificou a presença de diversos componentes, inclusive compostos contendo oxigênio e cloro, como clorato ou perclorato, que já eram conhecidos em Marte, porém, apenas em regiões mais próximas ao polo, e não na zona equatorial do planeta vermelho, onde está a sonda. A análise indica ainda a presença de carbonatos, que se formam na presença de água.
"Marte tem um tipo de camada global, uma camada de solo da superfície que tem sido misturada e distribuída por frequentes tempestades de areia. Então, uma amostra desse material é basicamente uma coleção microscópica de rochas marcianas", comenta Laurie. "Se misturarmos muitos grãos, provavelmente teremos uma imagem precisa da típica crosta marciana. Ao aprender sobre isso em um lugar, você estará entendendo sobre o planeta inteiro."
Segundo os cientistas, essa recente descoberta implicará em futuras missões ao planeta vermelho, até mesmo tripuladas. "Agora nós sabemos que pode mesmo haver água abundante e de fácil acesso em Marte", diz Laurie. "Com missões tripuladas, poderemos obter um pouco do solo em qualquer lugar da superfície, e aquecê-lo um pouco para obter água".
Fonte: NASA
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Cometa pode se chocar com Marte em 2014
![]() |
| NASA/JPL-Caltech/UCLA |
O novo cometa C/2013 A1 (Siding Spring) foi descoberto em 3 de janeiro de 2013 pelo astrônomo escocês-australiano Robert H. McNaught, um prolífico observador de cometas e asteroides que tem 74 descobertas de cometas no currículo.
McNaught é um dos participantes do Siding Spring Survey, um programa que caça asteroides que podem se aproximar muito da Terra. Descobriu o novo cometa usando o Telescópio Uppsala Schmidt, de50 metros, no Observatório Siding Spring,em New South Wales, na Austrália.
Imagens anteriores à descoberta do cometa, feitas em 8 de dezembro de 2012 pelo Catalina Sky Survey, no Arizona, foram encontradas rapidamente. Como o cometa foi descoberto como parte de sua busca por asteroides, ele tem o nome do observatório, Siding Spring. Oficialmente ele está catalogado como C/2013 A1.
Quando foi descoberto, o Cometa Siding Spring estava a 1,07 bilhão de quilômetros do sol. Com base na excentricidade de sua órbita, ele parece ser um cometa novo, ou “virgem”, viajando em uma órbita parabólica e fazendo sua primeira visita à vizinhança do sol. Espera-se que seu periélio (o ponto em que ele passa mais perto do Sol) seja em 25 de outubro de 2014, auma distância de 209 milhões de quilômetros.
Menos de uma semana antes disso, porém, em 19 de outubro de 2014, o cometa – com um núcleo estimado entre 8 e 50 km de diâmetro – deve cruzar a órbita de Marte e passar muito perto do planeta. Cálculos preliminares sugerem que nominalmente, em sua maior aproximação, o Cometa Siding Spring chegará a 101 mil km de Marte.
No entanto, como o cometa está a uma distância muito grande e está sendo estudado há menos de três meses, as circunstâncias de sua órbita provavelmente precisarão ser refinadas nas semanas e meses futuros. Dessa forma, a aproximação marciana do cometa pode acabar sendo maior ou menor do que sugerem nossas previsões atuais. De fato, na quarta-feira passada (27 de fevereiro), observações feitas por Leonid Elenin, um respeitável astrônomo russo que trabalha no Instituto de Matemática Aplicada Keldysh, sugeriu que o cometa poderia passar ainda mais perto – a apenas41.300 kmdo centro de Marte.
De acordo com Elenin: “Em 19 de outubro de 2014, o cometa pode atingir uma magnitude aparente de -8 ou -8,5 se visto de Marte!” (Isso deixaria o cometa de15 a25 vezes mais brilhante que Vênus. “Talvez seja possível conseguir imagens de alta resolução da sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO)”, adicionou ele.
E também existe a pequena possibilidade de o cometa colidir com Marte.
Movendo-se a 56 km por segundo, uma colisão dessas criaria uma cratera de impacto em Marte com até 10 vezes o diâmetro do núcleo do cometa, e até 2 km de profundidade, com uma energia equivalente a 2x1010 megatons!
A maioria dos leitores se lembrará do mergulho do Cometa Shoemaker-Levy em Júpiter, em 1994, que deixou escuras cicatrizes na cobertura de nuvens do planeta durante muitos meses após a colisão.
Colidindo ou não, o Cometa Siding Spring definitivamente chegará extremamente perto de Marte em menos de 20 meses. Incrivelmente, essa será a segunda passagem de um cometa perto de Marte em pouco mais de um ano.
Em 1º de outubro desse ano, o muito aguardado Cometa ISON deve passar a 10,5 milhões de quilômetros de Marte até passar raspando o Sol em novembro. Esse encontro é próximo o suficiente para ser categorizado como excepcional e, mesmo assim, o Siding Spring passará 100 vezes mais perto.
domingo, 22 de setembro de 2013
Astrofotografia, como começar ?
Bom pessoal, percebi entre os amigos que ainda há muita dúvida quando se fala de astrofotografia.
Falaremos um pouco do termo Astrofotografia.
Você já saiu à noite e tirou algumas fotos de uma bela e brilhante Lua cheia? Ou contemplou encantado as imagens registradas pelo Telescópio Espacial Hubble ? Se a sua resposta a qualquer das duas perguntas foi "sim", você já foi exposto ao mundo da astrofotografia.
A astrofotografia envolve simplesmente fotografar um objeto no espaço, seja com uma câmera simples, o Telescópio Espacial Hubble ou qualquer outro tipo de câmera. E o tema pode ser qualquer coisa, da Lua à Via Láctea.
Em 1840, o daguerreótipo da Lua registrado por John William Draper se tornou a primeira astrofotografia a ser realizada na América do Norte [fonte: Canada Under the Stars].
As primeiras incursões à fotografia, como o daguerreótipo, e as câmeras modernas envolvem capturar a luz refletida de diversos objetos. No caso da astrofotografia, a luz circunstancialmente vem do cosmos. Para compreender como as câmeras capturam a luz e armazenam imagens.
A procura por temas sempre atraiu aos céus os olhos dos primeiros fotógrafos, e a astrofotografia continuou a ser um passatempo popular desde então. Astrofotógrafos amadores e profissionais apontam seus telescópios e câmeras para o céu e capturam imagens vívidas e espantosas de tudo que encontram, dos vizinhos estelares próximos a nebulosas distantes demais para que as compreendamos.
À medida que o estudo do espaço e as técnicas fotográficas avançavam, observatórios e telescópios orbitais expandiram a tradição de fotografar objetos astronômicos. Até hoje os cientistas constantemente tentam levar adiante o processo, desenvolvendo novas técnicas e ferramentas para obter maior precisão fotográficas a vastas distâncias.
Você está morrendo de vontade de saber se alguém astrofotografou o homem da Lua? Aprenda mais sobre astrofotografia e se descubra se você pode ser o próximo fotógrafo das estrelas.
Fatos básicos sobre a astrofotografia
Muitos fotógrafos amadores e profissionais usam filme e câmeras digitais para tirar astrofotografias. E alguns entusiastas começam a usar também webcams e outras câmeras de vídeo (em inglês). Esses fotógrafos podem montar e conectar instrumentos de gravação a diferentes telescópios, de poder de ampliação variável para melhorar as imagens obtidas.Telescópios e tripés também firmam os aparelhos para propiciar imagens mais claras.
Outros equipamentos também podem ajudar. Visores guia e orientadores ajudam a alinhar sua câmera para longas exposições, à medida que a Terra gira. Controles remotos administram o tempo das exposições, reduzindo a dificuldade em caso de fotos longas e de múltiplas exposições. Lentes telefotográficas podem ampliar o tamanho de tudo, tornando o objeto fotografado maior com relação à moldura. E esses são apenas alguns dos equipamentos que podem ajudar a melhorar a qualidade da astrofotografia.
Mas os equipamentos podem não bastar para superar todos os desafios relacionados à astrofotografia. Por exemplo, é preciso evitar interferência da turbulenta atmosfera, de partículas de poeira levadas pelo ar, da umidade, da poluição pela luz e de insetos xeretas. Além disso, também será necessário manter em foco as exposições mais longas, à medida que a Terra gira. Os astrofotógrafos experientes descobriram algumas maneiras de superar esses obstáculos, como a criação de mecanismos manuais que permitem operar o obturador, melhorando a estabilidade da câmera. Muitos entusiastas do espaço oferecem dicas em seus sites ou em publicações de astrofotografia .
O truque para obter boas astrofotografias é superar esses obstáculos ao experimentar com diferentes velocidades de obturador e ajustes de abertura. Já que os astrofotógrafos muitas vezes registram objetos de baixa luminosidade, um dos principais objetivos é obter luz suficiente na tomada. Para os objetos muito débeis, um objetivo adicional é o de obter cópias suficientes da imagem a fim de poder combiná-los mais tarde.
Embora as astrofotografias costumem ser tiradas com longa exposição, podem também ser criadas por muitas exposições curtas combinadas posteriormente. Quando as imagens são obtidas, elas podem ser montadas em forma de camadas com o uso de software, a fim de oferecer fotos combinadas, mais vívidas. Os astrofotógrafos precisam empilhar imagens de forma a obter um produto final de qualidade elevada. Capturar múltiplas exposições é uma técnica comum para fotografar eventos como eclipses. Os astrofotógrafos registram uma imagem em campo largo a intervalos de alguns minutos para registrar a progressão do evento, e depois todos os estágios são unidos para formar a imagem final.
Outra técnica interessante é o uso de imagens borradas que ocorrem devido à rotação da Terra. Essas imagens de trilhas de estrelas podem retratar um eclipse lunar como uma mancha que muda de cor, ou um campo de estrelas inteiro circulando um eixo central.
Astrofotografias tiradas em observatórios tendem a ser mais sofisticadas do que os esforços dos amadores. Por exemplo, no Keck Observatory, do Havaí, há muitos instrumentos de alta sensibilidade que se ocupam de recolher imagens de resolução incrivelmente alta e prover análises espectrais de objetos que recobrem o céu noturno. Por meio de seus imagens detalhadas, o observatório Keck nos permite saber mais sobre pequenas anãs marrons, o tempo inclemente de Júpiter, galáxias superdensas e outros eventos celestes.
Não seria preciso dizer que as instalações no Keck não estão disponíveis para qualquer um. Os cientistas precisam apresentar propostas que detalhem seus projetos, para avaliação. Muitos observatórios menores, porém, são abertos ao público durante certas noites da semana. Também pode haver um clube de astronomia em sua cidade que se reúna para sessões de astrofotografia e de contemplação do firmamento.
Agora que vimos o que pode ser realizado fotografando aqui da Terra, com equipamentos comuns ou em uma visita a um observatório, vejamos o que os equipamentos de alta potência estão fazendo no espaço.
Pois bem, para astrofotografias planetárias, ou seja, da Lua e de Planetas, o uso mais recomendado são as Webcams, ou câmera apropriadas para o trabalho, tal como as câmeras ASI, vendidas no Armazém do Telescópio. Este tipo de fotografia é possível fazer com qualquer telescópio de qualquer montagem.
Obs: montagens equatoriais precisam estar alinhadas com o pólo celeste para um bom acompanhamento.
Para observadores do Hemisfério Sul, alinhar com o Pólo Sul Celeste.
Para observadores do Hemisfério Norte, alinhar com o Pólo Norte Celeste.
Para observadores do Hemisfério Sul, alinhar com o Pólo Sul Celeste.
Para observadores do Hemisfério Norte, alinhar com o Pólo Norte Celeste.
Para astrofotografias em objetos do céu profundo, ou seja DSO ( Deep Sky Objects ), é comendado um Setup mais preciso.
Este tipo de trabalho, é necessário que o astrofotógrafo tenha pelo menos uma montagem equatorial motorizada.
Veja mais sobre Montagens Equatoriais clicando aqui.
Por que motorizada?
Todos sabemos que a Terra gira, vemos isso através do movimento aparente que o Sol ou as estrelas fazem no céu no decorrer das horas.
Se a montagem for motorizada, ela se mover e ao mesmo tempo que as estrelas e ficar apontando para o objeto e mante-lo na centro da ocular por minutos ou horas.
Isso varia bastante, para uma centralização de um objeto no centro da ocular por vários minutos é preciso também que a montagem além de motorizada, esteja perfeitamente alinhada com o Pólo da Terra.
Veja um pouco sobre o alinhamento Polar para Astrofotografia clicando aqui.
Tendo um bom alinhamento, e uma montagem motorizada, já podemos fazer os primeiros testes.
Para fotografia em DSO's também é preciso ter uma câmera DSLR, pois nela encontramos várias funções para a astrofotografia.
As câmeras DSLR's são aquelas que nos possibilitam a troca de lentes, ou lentes intercambiáveis.
A astrofotografia é realizada SEM a lente, somente o corpo da câmera, um anel T2 e o tubo adaptador T2 com rosca. Todos os acessórios são encontrados em Armazém do Telescópio.
Existem no mercado tubos adaptadores T2 com padrão 1.25'' e 2'' para telescópios, entrem contato com o vendedor caso surjam dúvidas.
Veja abaixo os equipamentos que serão utilizados.
Agora que já temos as principais dicas, vamos pôr a mão na massa !!!
Espero que eu tenha ajudado pessoal, qualquer dúvida, entrem em contato !
Obrigado e céus limpos a todos.
Todos sabemos que a Terra gira, vemos isso através do movimento aparente que o Sol ou as estrelas fazem no céu no decorrer das horas.
Se a montagem for motorizada, ela se mover e ao mesmo tempo que as estrelas e ficar apontando para o objeto e mante-lo na centro da ocular por minutos ou horas.
Isso varia bastante, para uma centralização de um objeto no centro da ocular por vários minutos é preciso também que a montagem além de motorizada, esteja perfeitamente alinhada com o Pólo da Terra.
Veja um pouco sobre o alinhamento Polar para Astrofotografia clicando aqui.
Tendo um bom alinhamento, e uma montagem motorizada, já podemos fazer os primeiros testes.
Para fotografia em DSO's também é preciso ter uma câmera DSLR, pois nela encontramos várias funções para a astrofotografia.
As câmeras DSLR's são aquelas que nos possibilitam a troca de lentes, ou lentes intercambiáveis.
A astrofotografia é realizada SEM a lente, somente o corpo da câmera, um anel T2 e o tubo adaptador T2 com rosca. Todos os acessórios são encontrados em Armazém do Telescópio.
Existem no mercado tubos adaptadores T2 com padrão 1.25'' e 2'' para telescópios, entrem contato com o vendedor caso surjam dúvidas.
Veja abaixo os equipamentos que serão utilizados.
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| Esta é uma câmera DSLR sem a lente. Na astrofotografia geralmente ela é usada desta forma. |
| Este é um Anel T2. Este anel irá se acoplar na câmera ( sem lente ), e na parte que possui rosca interna, irá se encaixar o tubo adaptador T2. |
Agora que já temos as principais dicas, vamos pôr a mão na massa !!!
Espero que eu tenha ajudado pessoal, qualquer dúvida, entrem em contato !
Obrigado e céus limpos a todos.
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